Fragmentos de Poesia
Poesia faz o meu canto...os sonhos são o meu suporte...na poesia enxugo meu pranto...enquanto procuro meu Norte...
27 de Julho de 2009

Não sei...
Se escrevo em que acredito.
Se quero...
Acreditar no que escrevo.
Escrevo aquilo que sinto.
Acredito...
 E escrevo com verdade .
Meu sentir ...
Aqui transporto,
Nestas linhas mal traçadas.
O que sou não importa.
Minhas palavras...
São como as pedras da calçada:
-A uns, servem de
Empecilho, a outros...
 Servem para construí-la.
 
Cecilia Rodrigues
9/02/2004

publicado por Cecilia Rodrigues às 16:11 link do post
27 de Julho de 2009

Quería-te outra vez pequenino,

Aninhado em meu colo...

Entre meus braços ...tranquilo.

Queria dar-te todo o mimo,

Segredar-te baixinho,

O quanto te amo...

Meu filho.

 

Cecília Rodrigues

publicado por Cecilia Rodrigues às 00:16 link do post
18 de Julho de 2009


Certo dia , assim...
Olhei para o céu,
Vi um Zeppelin.
Foi ao entardecer,
Nem quis acreditar
No que estava a ver...

 

Voava baixinho...
E um pouco assustados,
Eu e o maninho...
Ficamos estagnados.

 

Que objeto estranho
Que voava ali...
Tão pequeno tamanho
Parecia um Ovni...´

 

Perguntei por aí
Ninguém me ligou,
Naquilo que eu vi,
Ninguém acreditou.

 

Menininha ainda
Era de se esperar
Visão de criança,
Quem vai acreditar?

 

Passaram os anos
Verdades contei
Respostas e planos
Na web  procurei.

 

Charuto voador
Foi o que encontrei
Um sonho de amador
Enquanto naveguei.

 

Não tem explicação
Para o acontecido
O charuto Zeppelin
Já tinha explodido

 

Foi em trinta e sete
Que desapareceu.
Sonho de marionete
Foi o que vi no céu.

 

Há mais de uma década
Não fazia sentido
Talvez uma réplica
Por alguém produzido.

 

Olhei para o céu...
Certo dia assim...
Vi uma réplica...
De um Zeppelin.

 

Cecília Rodrigues - 2009

 

- Sonho ou visão de criança?- Não sei!?-

publicado por Cecilia Rodrigues às 00:47 link do post
12 de Julho de 2009

No nascente cristalino abençoado

Corre pura, gota a gota água divina

Forma um leito em toda a terra idolatrado

E indispensável em rio predomina

 

 

Tenaz o homem em seu desfavor insiste

P'la Natureza desprezar os cuidados

Mas cuidado! Porque o futuro persiste!

Em desventuras serão os rios afectados

 

É preciso de olhos postos no Futuro

Travar a grande luta, p'la prevenção

E em prol de um vegetar muito mais puro

Preservar toda a Natureza em mutirão

 

O homem que se diz tão inteligente

Em pleno século vinte se contradiz

Despreza a vida, a Natureza docente

Só o poder financeiro o deixa feliz

 

A isto, se chama ser inteligente?

Não venham dizer mais das suas lérias!

Sabendo o que provoca lentamente,

Sua própria sorte e sentença na Terra.

 

Se esquece que em breve o Globo terrestre

Vai deixar de ser solo, por ele pisado

Porém seus filhos, netos permanecem

Nesse solo, sob este sofisma criado

 

Vive seus dias egoístas sempre a leste

Como se o Mundo fosse só seu e insiste

Polui tudo e tudo queima deixando agreste

Toda a Terra  chora e a Natureza triste

 

"Será que os poetas têm o dom afinal?

De despertar sentidos, ôcos e diluídos!

Quem dera fosse mágica e divinal,

A Poesia e seu Eco intemporal,

Tocasse a alma dos homens esquecidos!

 

Cecília Rodrigues

publicado por Cecilia Rodrigues às 00:24 link do post
08 de Julho de 2009

 

Tenho muito que aprender
Muito teto para abrir
Muito sol para entrar
Pra ajudar-me a seguir,
 
E esta jornada vencer.

 

Num tapete de Esperança
Canto sempre a sorrir
Uns versos para o luar
Enquanto enxugo o carpir,
 
Faço um jogo de criança.

 

Aprendiz de lenço branco
Quero paz e ser feliz
Quero o rumo do meu Norte
Minha pena é quem o diz.

 

O meu canto é meu suporte.

 

"Quero ir , quero vencer
De mãos dadas c'o Senhor
Quero ir quero voltar
Como num sonho de amor"


Cecília Rodrigues


 

publicado por Cecilia Rodrigues às 18:48 link do post
08 de Julho de 2009

 

 
Pintei o Céu depois as Estrelas ...
escrevi teu nome entre elas ...
adornei em tons de azul...
e umas linhas paralelas ...
nelas... pintei todas as cores ...
numa aguarela bem colorida ...
pintei também algumas flores ...
dois corações e uma vida ...

 

 

 

Cecília Rodrigues
 

publicado por Cecilia Rodrigues às 18:46 link do post
07 de Julho de 2009

 

Com as metáteses de um poema que sonhei,
E que depois eu esqueci…
Fiz versos imperfeitos.
Foi quando, então eu vi…
Que com outras metáteses que inventei,
Construi um castelo de palavras…
Todinhas para ti.
Fiz um puzzle tão bonito,
Com carinho o guardei.
Mesmo imperfeito o que estava escrito,
Apoiando o rosto sobre o desdito…
Foi para o meu sonho que eu voltei!
 
 
Cecília Rodrigues
 
Portugal _ 2005
publicado por Cecilia Rodrigues às 00:16 link do post
05 de Julho de 2009

 

 

 

Apraz-me o tempo, esta felicidade;
Ter-se o tempo, sem ter o tempo em conta.
A conta do tempo, ida a mocidade!
E ainda hoje a mocidade aponta;


E na conta desta áurea saudade;
Plenos os sonhos, fúlgidas quimeras.
Na luz do olhar quiçá, já sem idade...
Tempos de Outono, contam primaveras!


Indelével o meu sonho persiste,
Basta-me saber que o tempo i'nda existe,
E que o futuro, ainda está á  espera;


Traços concretos em  novos ideais;
Edificam castelos em meu cais...
Onde o tempo anuncia a nova Era!

 

 

Cecília Rodrigues
Junho_07
 

publicado por Cecilia Rodrigues às 01:01 link do post
01 de Julho de 2009

 

Às vezes...
Penso em ti...
Às vezes...
Não sei o que faço...
Outras vezes...
Fico aqui...
Outras ainda,
Em teu regaço...
 
Cecília Rodrigues 2004
publicado por Cecilia Rodrigues às 00:11 link do post
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